BD para mim é Disney e Marvel. Admito... é um bocado exagero, mas a verdade é que as publicações que mais me cativaram a nível de BD sempre foram as da Marvel e as da Disney.
Após ter falado de um blog onde temos acesso a várias publicações Disney é pois a hora de deixar um dedicado à Marvel: http://scansmarvel.blogspot.com.br/
Nele podemos encontrar as publicações brasileiras da Marvel que nos anos 80 / 90 eram também vendidas aqui em Portugal.
Já agora... boa leitura a todos.
Tirado da cave, do sotão ou de uma gaveta qualquer
Pode-se dizer que o que aqui vai ser postado é fruto da colecção de uma vida,coisas que todos nós guardamos e que por um motivo ou por outro não nos desfizemos delas ao longo dos tempos. Velhos brinquedos, velhos livros, velhos jogos, das revistas aos quadradinhos ao glorioso zx spectrum... do estrumfe ao playmobil... do amiga ao primeiro pc... sei lá... tanta coisa para recordar.
Terça-feira, 22 de Maio de 2012
Sexta-feira, 18 de Maio de 2012
Quadradinhos Disney
Como sabem em Portugal desde 2006 deixamos de ter à venda revistas em quadradinhos da Disney.
Desde essa altura tenho andado a encontrar forma de ter acesso a novas revistas para ler e nessa busca encontrei alguns blogs que merecem ser tomados como referência para quem quer obter as revistas que hoje em dia ninguém quer publicar porque não há leitores para elas... mas que muitos de nós quer ler, comprar mas não tem onde...
Assim para quem gosta de quadradinhos da Disney, quem sente saudades do Pato Donald, do Tio Patinhas, do Mickey etc. pode visitar este blog: http://quadradinhospatopolis.blogspot.pt/ .
Lá podem "baixar" os livros para ler no vosso pc / tablet / telemóvel, só é necessário terem instalado um cbr reader (é freeware).
Já agora, boa leitura.
Desde essa altura tenho andado a encontrar forma de ter acesso a novas revistas para ler e nessa busca encontrei alguns blogs que merecem ser tomados como referência para quem quer obter as revistas que hoje em dia ninguém quer publicar porque não há leitores para elas... mas que muitos de nós quer ler, comprar mas não tem onde...
Assim para quem gosta de quadradinhos da Disney, quem sente saudades do Pato Donald, do Tio Patinhas, do Mickey etc. pode visitar este blog: http://quadradinhospatopolis.blogspot.pt/ .
Lá podem "baixar" os livros para ler no vosso pc / tablet / telemóvel, só é necessário terem instalado um cbr reader (é freeware).
Já agora, boa leitura.
Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012
No tempo da "pirataria"
No início dos anos 90 não existia em Portugal legislação relativa a direitos de autor de software. De facto nessa altura o raro era encontrar um jogo ou um programa original.
Era vulgar em Shoppings da época (Dallas - que saudades, Brasilia, Londres, etc.) a existência de lojas de venda de jogos apinhadas até à porta com teenagers à espera que o "pão quente" (jogo) saísse do forno (gravador). Estou certo que esta imagem que me traz saudades desses tempos para muitos é aterradora (ai os lucros).
Um jogo para Spectrum custava 150$00 (0.75€) ou então 300$00 (1.50€) caso fosse a capa fosse uma cópia a cores da original. Recordo-me do último dia de venda livre das cópias, com as casas a desfazerem-se das cassetes por 50$00 cada e ainda a darem algumas de borla. A maioria dessas casas fechou no dia seguinte à entrada em vigor da lei que proibia a venda de cópias.
O fecho dessas casas era inevitável. Os jogos que até aí custavam no máximo uns 500$00 (2.50€) se fossem para Commodore Amiga passavam agora a custar no mínimo 1500$00 (os antigos), sendo que os recentes eram sempre para cima dos 3000$00 (15€), como é óbvio muitos de nós deixaram de comprar jogos nessa altura... ou então compravam menos, muito menos.
Concordo que não é justo que quem desenvolva o software não tenha retorno pelo seu trabalho... mas parece-me que o retorno é um bocado acima daquele que realmente vale.
Já na altura a maioria de nós preferia um "original" (capa colorida, cópia da original) que uma cópia. Tal como tenho a certeza que qualquer um de nós prefere um original (mesmo original) a uma cópia. A questão é se o original vale o preço pedido e se há poder de compra para o original. Com menores margens de lucro provavelmente mais comprariam originais e mais lucros seriam obtidos... mas adiante...
Não vou estar aqui a discutir a legitimidade dos direitos de autor, muito menos estratégias de venda pois se fosse por esse rumo teria que mudar o nome ao blogue e um post apenas não chegaria para tratar o assunto.
Fica apenas a memória dos tempos em que comprar copia era legal. A saudade das idas ao Dallas (era sempre aí que eu comprava) e às suas lojas, Burótica, Softrum, JMS e fica também a certeza de que se a "pirataria" na altura não existisse, não se tinham vendidos tantos Spectrums, Commodores, MSXs, Ataris etc em Portugal como se venderam... isto para não falar de gravadores... É que 150$00 por um jogo que se calhar nem prestava era uma coisa... 3000$00, 4000$ ou 5000$00 era outra bem diferente.
Era vulgar em Shoppings da época (Dallas - que saudades, Brasilia, Londres, etc.) a existência de lojas de venda de jogos apinhadas até à porta com teenagers à espera que o "pão quente" (jogo) saísse do forno (gravador). Estou certo que esta imagem que me traz saudades desses tempos para muitos é aterradora (ai os lucros).
Um jogo para Spectrum custava 150$00 (0.75€) ou então 300$00 (1.50€) caso fosse a capa fosse uma cópia a cores da original. Recordo-me do último dia de venda livre das cópias, com as casas a desfazerem-se das cassetes por 50$00 cada e ainda a darem algumas de borla. A maioria dessas casas fechou no dia seguinte à entrada em vigor da lei que proibia a venda de cópias.
O fecho dessas casas era inevitável. Os jogos que até aí custavam no máximo uns 500$00 (2.50€) se fossem para Commodore Amiga passavam agora a custar no mínimo 1500$00 (os antigos), sendo que os recentes eram sempre para cima dos 3000$00 (15€), como é óbvio muitos de nós deixaram de comprar jogos nessa altura... ou então compravam menos, muito menos.
Concordo que não é justo que quem desenvolva o software não tenha retorno pelo seu trabalho... mas parece-me que o retorno é um bocado acima daquele que realmente vale.
Já na altura a maioria de nós preferia um "original" (capa colorida, cópia da original) que uma cópia. Tal como tenho a certeza que qualquer um de nós prefere um original (mesmo original) a uma cópia. A questão é se o original vale o preço pedido e se há poder de compra para o original. Com menores margens de lucro provavelmente mais comprariam originais e mais lucros seriam obtidos... mas adiante...
Não vou estar aqui a discutir a legitimidade dos direitos de autor, muito menos estratégias de venda pois se fosse por esse rumo teria que mudar o nome ao blogue e um post apenas não chegaria para tratar o assunto.
Fica apenas a memória dos tempos em que comprar copia era legal. A saudade das idas ao Dallas (era sempre aí que eu comprava) e às suas lojas, Burótica, Softrum, JMS e fica também a certeza de que se a "pirataria" na altura não existisse, não se tinham vendidos tantos Spectrums, Commodores, MSXs, Ataris etc em Portugal como se venderam... isto para não falar de gravadores... É que 150$00 por um jogo que se calhar nem prestava era uma coisa... 3000$00, 4000$ ou 5000$00 era outra bem diferente.
| ainda se lembram destas cassetes?? |
Domingo, 28 de Agosto de 2011
¡Hola Yo soy un robot de otra galaxia...
Após umas merecidas férias, recomeço com este post.
Uma das coisas que fiz nestas férias foi andar a escolher nos meus brinquedos velhos aqueles que ainda poderiam servir para o meu filho brincar... e nessa escolha deparei-me com este robot.
Este robot para mim sempre teve um certo encanto... eu nunca gostei daqueles brinquedos nos quais metemos pilhas e eles acendem luzinhas e andam de um lado para o outro. De facto acho que quase nenhum miúdo gosta... são giros no momento... mas eles enchem-se logo de ver aquilo a piscar e a andar às voltinhas. No entanto este robot é um desses brinquedos. Acende luzinhas, anda às voltinhas e pronto... no entanto, talvez por ser um robot, encantava-me. Lembro-me que deste tipo de brinquedos só houve dois com os quais de facto brinquei (não encostei antes mesmo de as pilhas acabarem)... este robot e uma nave espacial, a "Apolo X".
A nave, já estava tão estragada que foi para o lixo... o robot... bem... o robot também já não está a 100%... mas talvez ainda o consiga recuperar. A primeira coisa a fazer é arranjar o compartimento das pilhas para poder ouvi-lo novamente dizer coisas como "¡Hola Yo soy un robot de otra galaxia..."... sim porque este robot, embora seja de outra galáxia, fala espanhol !!!
Uma das coisas que fiz nestas férias foi andar a escolher nos meus brinquedos velhos aqueles que ainda poderiam servir para o meu filho brincar... e nessa escolha deparei-me com este robot.
Este robot para mim sempre teve um certo encanto... eu nunca gostei daqueles brinquedos nos quais metemos pilhas e eles acendem luzinhas e andam de um lado para o outro. De facto acho que quase nenhum miúdo gosta... são giros no momento... mas eles enchem-se logo de ver aquilo a piscar e a andar às voltinhas. No entanto este robot é um desses brinquedos. Acende luzinhas, anda às voltinhas e pronto... no entanto, talvez por ser um robot, encantava-me. Lembro-me que deste tipo de brinquedos só houve dois com os quais de facto brinquei (não encostei antes mesmo de as pilhas acabarem)... este robot e uma nave espacial, a "Apolo X".
A nave, já estava tão estragada que foi para o lixo... o robot... bem... o robot também já não está a 100%... mas talvez ainda o consiga recuperar. A primeira coisa a fazer é arranjar o compartimento das pilhas para poder ouvi-lo novamente dizer coisas como "¡Hola Yo soy un robot de otra galaxia..."... sim porque este robot, embora seja de outra galáxia, fala espanhol !!!
Quarta-feira, 20 de Julho de 2011
Dizzy - Era uma vez um ovo...
Dizzy foi sem dúvida o maior êxito em termos de jogos de plataformas no tempo dos 8 / 16 bits.
As aventuras de Dizzy tinham uma magia inexplicável. Aquilo que à primeira vista não fazia sentido e não parecia minimamente cativante ganhava um novo significado assim que começávamos a joga-lo.
Lembro-me bem do meu primeiro contacto com o Dizzy...
Naquele tempo era habitual a troca de jogos entre amigos (acho que ainda hoje o é...), tal como era normal irmos a casa uns dos outros jogar um bocado, conversar, ouvir música, etc... Numa tarde dessas, um amigo meu disse-me "Hoje vamos jogar o Dizzy... aquilo é fixe, é sobre um ovo que está perdido numa ilha e nós temos que ajuda-lo a sair de lá."
As palavras podem não ter sido exactamente estas... mas o sentido era este, e claro... não me seduziu minimamente. O simples facto de a personagem principal ser um ovo por si só já me levantava muitas dúvidas quanto à qualidade e à diversão que aquele jogo podesse proporcionar... mas pronto... lá fui, em último caso depois chateava-lhe a cabeça para meter outro jogo mais divertido ou para se fazer outra coisa qualquer.
A verdade é que após começar a jogar o Dizzy percebi o que o tornava num jogo tão especial, o porquê de ser "fixe". Primeiro, os gráficos... se na altura quase todos os jogos eram pouco mais que "borrões" no ecrã.... Dizzy era de facto... um Ovo, um Ovo simpático a passear num mundo colorido e bem definido, para a época, é claro. Depois vinha toda a mecânica do jogo... obrigava-nos a pensar para resolver os inúmeros puzzles e progredir no jogo. Dizzy não era um simples jogo de plataformas... era um misto de plataformas com aventura.
Para apanhar as moedas e outros artefactos que estavam no fundo do mar precisávamos de achar a máscara de mergulho... afinal os ovos não sabem nadar, muito menos mergulhar...
O meu cepticismo inicial tornou-se "paixão" assim que comecei a jogar o Dizzy, ao ponto de depois ter comprado vários dos outros Dizzy que sairam... quer para Spectrum, quer para Amiga.
Para recordar fica a capa (lá em cima) e uma imagem "in game" (versão ZX Spectrum) do primeiro Dizzy que joguei, que na realidade era o segundo da série, lançado em 1987 pela Codemasters: Dizzy - Tresaure Island ou se preferirem Dizzy II.
As aventuras de Dizzy tinham uma magia inexplicável. Aquilo que à primeira vista não fazia sentido e não parecia minimamente cativante ganhava um novo significado assim que começávamos a joga-lo.
Lembro-me bem do meu primeiro contacto com o Dizzy...
Naquele tempo era habitual a troca de jogos entre amigos (acho que ainda hoje o é...), tal como era normal irmos a casa uns dos outros jogar um bocado, conversar, ouvir música, etc... Numa tarde dessas, um amigo meu disse-me "Hoje vamos jogar o Dizzy... aquilo é fixe, é sobre um ovo que está perdido numa ilha e nós temos que ajuda-lo a sair de lá."
As palavras podem não ter sido exactamente estas... mas o sentido era este, e claro... não me seduziu minimamente. O simples facto de a personagem principal ser um ovo por si só já me levantava muitas dúvidas quanto à qualidade e à diversão que aquele jogo podesse proporcionar... mas pronto... lá fui, em último caso depois chateava-lhe a cabeça para meter outro jogo mais divertido ou para se fazer outra coisa qualquer.
A verdade é que após começar a jogar o Dizzy percebi o que o tornava num jogo tão especial, o porquê de ser "fixe". Primeiro, os gráficos... se na altura quase todos os jogos eram pouco mais que "borrões" no ecrã.... Dizzy era de facto... um Ovo, um Ovo simpático a passear num mundo colorido e bem definido, para a época, é claro. Depois vinha toda a mecânica do jogo... obrigava-nos a pensar para resolver os inúmeros puzzles e progredir no jogo. Dizzy não era um simples jogo de plataformas... era um misto de plataformas com aventura.
Para apanhar as moedas e outros artefactos que estavam no fundo do mar precisávamos de achar a máscara de mergulho... afinal os ovos não sabem nadar, muito menos mergulhar...
O meu cepticismo inicial tornou-se "paixão" assim que comecei a jogar o Dizzy, ao ponto de depois ter comprado vários dos outros Dizzy que sairam... quer para Spectrum, quer para Amiga.
Para recordar fica a capa (lá em cima) e uma imagem "in game" (versão ZX Spectrum) do primeiro Dizzy que joguei, que na realidade era o segundo da série, lançado em 1987 pela Codemasters: Dizzy - Tresaure Island ou se preferirem Dizzy II.
Sexta-feira, 8 de Julho de 2011
Topo Gigio
Não sei se se lembram deste orelhudo, devia ter para aí uns 5, 6 anos quando ele dava na TV...
Eu gostava, adorava e nunca compreendi até hoje o porquê de ele ter desaparecido de um dia para o outro.... lembro-me do último episódio... lembro-me de ter ficado triste exactamente por isso... por saber que era o último episódio, a última vez que ia ver aquele rato na televisão, acho que foi a primeira vez que fiquei triste com algo que via na TV...
Apenas para matar saudades... a música do Topo Gigio.
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| Imagem retirada da net |
Eu gostava, adorava e nunca compreendi até hoje o porquê de ele ter desaparecido de um dia para o outro.... lembro-me do último episódio... lembro-me de ter ficado triste exactamente por isso... por saber que era o último episódio, a última vez que ia ver aquele rato na televisão, acho que foi a primeira vez que fiquei triste com algo que via na TV...
Apenas para matar saudades... a música do Topo Gigio.
Quinta-feira, 7 de Julho de 2011
Dire Straits - Brothers in Arms
Há músicas que são eternas, que ouvimos vezes sem conta sem nos cansarmos. Há muitas músicas assim, uma num CD, outra noutro, mas há poucos CD's que ouvimos sempre de uma ponta à outra sem passarmos músicas à frente.
Em 1985, os Dire Straits lançaram o álbum Brothers in Arms, que por sinal é um desses CD's que ouço sem ter que cansar o polegar a passar músicas à frente.
Deste álbum é difícil destacar uma música, complicado mesmo escolher apenas uma para deixar aqui, So far Way, Money for Nothing, Walk of Life, Why Worry,... qual delas escolher?
Optei pela que deu o nome ao álbum... Brothers in Arms numa versão ao vivo.
Em 1985, os Dire Straits lançaram o álbum Brothers in Arms, que por sinal é um desses CD's que ouço sem ter que cansar o polegar a passar músicas à frente.
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| Imagem retirada da net |
Optei pela que deu o nome ao álbum... Brothers in Arms numa versão ao vivo.
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